À Comissão Executiva Municipal do Partido
dos Trabalhadores de Taboão da Serra se manifesta sobre os ataques aos direitos
sociais da população e aos servidores públicos municipais.
Desde 2015, a classe trabalhadora vem sofrendo golpes. Os direitos sociais, trabalhistas, previdenciários e os salários estão sendo confiscados da população brasileira.
Desde 2015, a classe trabalhadora vem sofrendo golpes. Os direitos sociais, trabalhistas, previdenciários e os salários estão sendo confiscados da população brasileira.
A flexibilização dos
direitos trabalhistas não gerou nenhum emprego, mas precarização. É notório o aumento da
informalidade (um sonho realizado pelo empresariado escravocrata e picareta),
substancial aumento do tempo de trabalho efetivo com custo salarial e social
reduzido, achatando as condições de vida dos brasileiros como um todo.
Esse é o projeto neoliberal que perpassa o Brasil,
desde o golpe contra a presidente Dilma Roussef, sendo capitaneado por Temer,
Eduardo Cunha, PSDB, DEM, com a EC 95 (teto de gastos), parte do Poder
Judiciário, MPF, STF e todos os deputados
picaretas do momento no Congresso Nacional e dando continuidade com a
eleição de Bolsonaro.
Esses representantes do atraso têm aproveitado
essa maioria com ideário de extrema direita para todo tipo de ataque aos
trabalhadores, trabalhadoras, micro e pequenos empresários, tanto do setor
privado como os servidores do setor público dos três entes federados, aprovando
a famigerada Reforma da Previdência EC103/2019, aprofundando a desigualdade e
miséria da população.
Nessa onda de ataques ao
povo, vemos os Estados fazendo sua parte
em termos de maldades. O Estado de São Paulo, por exemplo, aprovou a famigerada
reforma da previdência mesmo com a resistência da bancada de oposição, que
conseguiu barrar duas ou três vezes por liminar no judiciário, mas insuficiente
para deter a vontade do governador BolsoDória e sua base parlamentar de 59
contra 30 deputados da oposição.
Taboão da Serra entrou na
onda de ataques muito antes, o prefeito
Fernando Fernandes(PSDB), lá em dezembro de 2017 cortou o Vale
Alimentação(cesta básica), dos servidores públicos municipais aposentados. A
Entidade que os representam (AAPOPEN),
judicializou a questão obtendo
vitória no âmbito de 1ª e 2ª Instância, mas o prefeito que não se importa com
os aposentados e pensionistas, funcionários que serviram tanto tempo este
município foi reclamar no STF, onde se aguarda manifestação.
Prefeito Fernando Fernandes
fez outro ataque unilateral no mês de janeiro, pois, passou por cima de Lei
Complementar 329/2015 de sua autoria que dava a opção dos servidores
contribuírem, ou não, sobre as verbas
temporárias/transitórias das suas remunerações, ou seja, cortou o desconto
previdenciário sobre insalubridade, adicional noturno etc. sem consulta aos
trabalhadores.
A última tacada do prefeito
tucano de Taboão da Serra, foi o envio no dia 07 de abril, em plena crise da
Covid19, do PLC 001/2020 ao Poder Legislativo, esse projeto é a famigerada
“Reforma da Previdência”. Após 04 de abril o prefeito reorganizou sua base de
10 vereadores para assegurar a aprovação. O Projeto basicamente aumenta a
alíquota de contribuição dos servidores
públicos municipais de Taboão da Serra à TaboãoPrev, de 11% para 14%. Ou seja, o servidor contribui com
mais para se aposentar com uma base de provento menor no futuro. Nesse
momento onde o governo federal não toma medidas eficazes que protejam a renda e
o trabalho dos trabalhadores e trabalhadoras formais, que se garanta
renda aos trabalhadores informais, já que o governo estadual não tomou medidas
que garantam a isenção do pagamento da conta de água, luz e internet o
governo municipal tem que tomar as medidas que lhe cabe de proteção a
população para além das que já foram feitas de forma tímida,
garantindo aos servidores públicos do município os EPIs e condições necessárias
para a prestação de serviço público de qualidade. Os servidores precisam de
suporte e apoio dos poderes Executivo e Legislativo do município para
trabalharem e não de um projeto de lei que irá onerar ainda mais os
trabalhadores e trabalhadoras desse município NÃO A REFORMA DA PREVIDÊNCIA
MUNICIPAL.
Não podemos aceitar estes
desmandos e imposições que oneram o servidor público, deixando-o cada vez mais dependente de aumento de jornada de trabalho
e/ou empréstimo consignado para colocar comida à sua mesa!
#TaboãoemCasa
Comissão Executiva
Municipal.
Taboão da Serra, 13 de abril de 2020.

Nota 10 esta Nota Mauricio
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