A partir de 2013 iniciou-se o grande golpe na economia brasileira, diante disso, uma certa classe média, conservadora e ignorante da desigualdade social no País, se viu invadida pela aproximação dos trabalhadores e trabalhadoras ao mesmo nível de oportunidades nos diversos meios (educação, emprego, produção, benefícios sociais etc), de subir um degrau social e melhorar o conforto em suas vidas também, via consumo, visto que é fato o aumento de renda da força do trabalho no Brasil a partir da interrupção do projeto neoliberal nos anos 2000.
Registre-se que a taxa de desemprego em 2013 era de 5%, que a inflação era na meta 4,5%, que o País detinha reserva cambial de U$$ 370 bilhões, dívida pública controlada em 40%/PIB, previdência com superávit de R$ 60 bilhões, investimentos de 20%/PIB e para finalizar, credor do FMI e não devedor como no passado. Situação econômica equilibrada.
O próximo passo para a melhoria e continuidade dos serviços essenciais do Estado desenvolvimentista e de bem estar social, seria uma ampla reforma política (Constituinte Exclusiva), e uma reforma tributária que desonerasse a produção a força de trabalho e que fizesse com que o capital aumentasse sua contribuição de forma mais progressiva e justa.
O que vimos foi a elite econômica financista associada internacionalmente coagir seus funcionários subalternos (classe média, meia rentista, meia assalariada da alta burocracia do próprio Estado), unirem-se para impedir essa continuidade (em tese), da reforma de Estado nos termos descritos, visando uma sociedade mais igualitária do ponto de vista econômico e das oportunidades sociais. O golpe trabalha na perspectiva de redução de diversos direitos sociais e econômicos, mas preservando privilégios históricos da alta burocracia de Estado, por se associarem ao golpe. Faz-se tudo isso, por seus representantes no Parlamento, altamente corruptos assim como o presidente golpista e traidor, demonstrado pelo entreguismo permanente do patrimônio nacional por seus asseclas.
Golpe em andamento, aprovação da PEC 55, reforma da previdência, reforma da CLT, reforma na educação, etc.

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