sexta-feira, 17 de junho de 2016

ENCONTRO MUNICIPAL PARTIDO DOS TRABALHADORES TABOÃO DA SERRA

TODOS OS COMPANHEIROS(AS), AMIGOS(AS) E SIMPATIZANTES ESTÃO CONVIDADOS A PARTICIPAR DE NOSSA ESTRATÉGIA DE LUTA PARA AS ELEIÇÕES DE 2016. VAMOS RENOVAR E INOVAR O PODER LEGISLATIVO!!.



segunda-feira, 23 de maio de 2016

CADÊ A NOVA DIREÇÃO DO SINDTABOÃO?!

Os Servidores públicos municipais de Taboão da Serra estão esperando uma definição judicial, após várias tentativas de eleições "sabotadas" pela presidente de mandato vencido. A situação de representação do Sindicato municipal, Sindtaboão, está indefinida há pelo menos dois anos. Nesse momento, todos os servidores estão vulneráveis na defesa de seus direitos e na luta pela melhoria nas condições salariais e de trabalho em vários setores da máquina pública municipal.
Segundo informações da chamada "rádio peão", o judiciário já definiu que a chapa mais votada no último pleito assumirá a direção da entidade sindical dos trabalhadores, todavia, isso não é corroborado por declaração oficial da chapa.
É urgente o Sindtabão se posicionar sobre tudo o que está acontecendo, dando uma satisfação aos servidores municipais, seus filiados em particular.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

DIAS MELHORES PARA A SAÚDE DE QUEM?!


Taboão da Serra é uma cidade 100% urbana e seu sistema de saúde pública é demandado por mais de 85% da população. Em 2015 a dotação orçamentária para gastos com saúde foi da ordem de 178 milhões de reais, no entanto, foi executado e pago R$ 162 milhões, ou seja, R$ 16 milhões a menos, acontece que a secretaria da saúde tem quase 30% dos servidores comissionados de toda prefeitura (170 LN's), na maioria das vezes, não estão na linha de frente do atendimento a população como médicos, enfermeiros e os diversos auxiliares técnicos do quadro da saúde, são assessores, chefias que se caracterizam como "olheiros" dos servidores efetivos.

As filas de espera do sistema de saúde ocorre por falta de profissionais, resultado da falta de política clara de valorização dos recursos humanos.
Outra coisa que contribui para alijar o  sistema de saúde é o clientelismo, prática típica do coronelismo eleitoreiro. 
Por tudo isso, a cidade gasta mais de 34% de uma receita  de mais de R$ 392 milhões da qual se calcula os 15% mínimos constitucionais e mesmo assim a maior reclamação dos cidadãos taboanenses recai justamente sobre os serviços de saúde devido a demora para consultas, resultados de exames e superlotação dos prontos socorros. A gestão está deficiente e esse parece ser um dos maiores problemas a ser solucionado para oferecer um serviço de melhor qualidade no sistema de saúde municipal.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

LOUCO POR AUMENTO!

O senhor prefeito municipal de Taboão da Serra disse em entrevista ao site www.verboonline.com.br que seria "loucura reajustar os vencimentos dos servidores", no entanto, retificou ao dizer que "o aumento é justo", mas não pode conceder, pois, haveria outras prioridades da cidade.
Dito isso, observamos a evolução da despesa com pessoal findada em 2015, constatando que atingiu 39% das receitas correntes, isto é, a prefeitura pode sim aplicar uma revisão geral dos vencimentos dos servidores até o limite de 48% das receitas correntes líquidas.
Se aplicasse a revisão anual inflacionária dos salários em 1º de maio o sr. prefeito faria justiça a todos os servidores, inclusive, mais de 40% dos aposentados e pensionistas que dependem da politica salarial do prefeito municipal para terem reposição dos seus proventos.
O Executivo municipal preferiu não fazer "loucuras", mas deixará os servidores ativos e os aposentados loucos de preocupação para tocarem suas vidas com vencimentos e proventos congelados no seu mandato.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

PREFEITURA DE TABOÃO IGNORA OS SERVIDORES PÚBLICOS E O ARROCHO CONTINUA EM 2016

Já se foram 36 meses da administração do sr. prefeito Fernando Fernandes(PSDB) de Taboão da Serra, nesse período, servidores públicos têm sido ignorados na sua subsistência básica, pois, considerando esses anos são mais de 25% de defasagem no vencimento dos funcionários públicos municipais e sem nenhuma perspectiva de melhores dias. É sabido da alta rotatividade na educação e saúde devido aos baixos salários. Taboão tem perdido servidores para cidades até de menor orçamento anual, mas parece não haver preocupações, portanto, o quadro geral de pessoal vai envelhecendo, visto que não há como ingressar em condições melhores em outros serviços, muitos devido a idade, embora tenham vasta experiência.
Nesse ano de 2016, devemos todos ficarmos atentos, é ano de eleições municipais, portanto, além dos nomes postos a pleitear o cargo de prefeito é necessário nos debruçarmos sobre qual o projeto/proposta para a recuperação e valorização do quadro de pessoal público da nossa cidade para que não passemos por constrangimentos até na hora de comprar o alimento.
Em 2015 nosso município obteve uma Receita Corrente Líquida de mais de R$ 611.000.000,00 (Seiscentos e Onze Milhões de Reais), desse montante gastou-se com folha de pagamento aos trabalhadores menos de 40%, devido ao "Rapa no Holeirite" dos que ganham menos, pois, atingiu mais aqueles que o piso de vencimento é menor que o salário mínimo.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

PETRÓLEO E RELIGIÃO NA ARÁBIA SAUDITA

Reproduzo Artigo do historiador Luiz Felipe de Alencastro

O preço do petróleo continua caindo. Especialistas não excluem que o barril possa descer até US$ 20 ou a um valor ainda menor. Há uma restrição da demanda global e, em particular, um recuo das importações chinesas. No entanto, existe, obviamente, um excesso de produção de petróleo no mercado.

Uma das razões centrais da fartura da oferta é a política da Arabia Saudita, potência sunita, de manter um alto nível de produção nos seus poços. Para enfraquecer o Irã, potência petrolífera xiita, seu principal rival na região e no mundo muçulmano. Mas também para torpedear a concorrência dos produtores americanos de óleo de xisto. Tal política, viável no médio prazo, é facilitada pelos baixos custos de produção do petróleo saudita.

Ghawar, o maior campo de petróleo do planeta, de onde é bombeada 7% da produção mundial, ilustra o peso descomunal da Arábia Saudita no mercado.

Como assinala um colunista do "The Times" (somente para assinantes) o custo de produção em Ghawar é de US$ 5 e todos os poços do campo estão bombando. Mudanças em Ghawar e na produção saudita terão um forte impacto no mercado.

A estatal Saudi Aramco, a maior companhia de petróleo do mundo, controlando 15% das reservas mundiais e valendo possivelmente US$ 10 trilhões, terá uma fatia de seu capital ofertada nas bolsas ainda neste ano. Confrontada à queda do preço do petróleo, a Arábia Saudita também reforma sua economia.

Desde logo, a direção da companhia, deverá gerir as demandas contraditórias de seus acionistas privados, que buscam maiores dividendos, e de seu acionista principal, o governo saudita, que persegue objetivos políticos e estratégicos. Tal dilema, familiar aos que acompanham a gestão da Petrobras, poderá impactar a produção saudita e aumentar os preços do petróleo.

Outro fator que pode influenciar a evolução do mercado tem a ver com conjuntura social saudita e mais diretamente com a situação de Ghawar. Plantados na região majoritariamente xiita do leste do país, os poços de Ghawar estão rodeados por comunidades que entretêm uma relação conflituosa com Riad. Principalmente depois da execução, no começo deste mês, por ordem do governo saudita, do proeminente líder religioso xiita Nimr al-Nimr.

Há incidentes e protestos xiitas na região de Ghawar. Observadores mais pessimistas evocam a possibilidade de uma guerra civil no país.

Num artigo na revista "Forbes" intitulado "Quem não sabe Economia está condenado a repetir a História", Michael Lynch, um conhecido especialista da economia do petróleo, descarta as influências geopolíticas nesta e na precedente (em 1986) queda acentuada dos preços do petróleo.

Para ele, em 1986, como agora, tudo se resume à soma da atual recessão com a superprodução engendrada anteriormente pelos investimentos maciços na alta especulativa dos preços das commodities. No contexto atual, teria existido ainda a crença equivocada no crescimento contínuo da economia chinesa.

Resta que a desconsideração da História nunca ajudou o entendimento da Economia. Sobretudo no que concerne o Oriente Médio e o mercado de petróleo.

Luiz Felipe de Alencastro
Cientista político e historiador, professor emérito da Universidade de Paris-Sorbonne e professor da Escola de Economia de São Paulo - FGV. É membro da Academia Europaea.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

GOVERNO DE FERNANDO FERNANDES DERRUBA DESENVOLVIMENTO E EMPREGO EM TABOÃO DA SERRA

Caros cidadãos e cidadãs taboanenses,

Já estamos no 3º ano de mandato do prefeito Fernando (PSDB), por isso, resolvi pesquisar o nível de desenvolvimento e avanço social da cidade a partir de 2005. Muitas notícias são propagadas aparentando mudança, mas na realidade não é bem assim, então vejamos:
Em 2005, o índice de Desenvolvimento Humano Municipal da cidade (Índice Firjan/IDHM de 0 a 1,00, ou seja, quanto mais próximo de 1,00, melhor a avaliação),  medido pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro,  registrava 0,730. Na  Educação e Saúde,0,740,  Emprego e Renda, marcava 0,670 . Taboão ocupava a 220º posição em 645 municípios do Estado de São Paulo.
Em 2012, este índice continuou subindo como mostra os números que seguem: 0,830 em Desenvolvimento Humano, 0,880 na Educação e Saúde e registrava 0,730 em Emprego e Renda.
Neste ano de 2015, Taboão da Serra registra retrocesso em seu Índice de Desenvolvimento Humano, caindo de 0,830  para 0,810 na Educação e Saúde, estagnou, isto é, nada mudou desde 2012 e para piorar a situação social da cidade o índice que avalia Emprego e Renda despencou a 0,650 em relação aos  0,730 em 2012.

A conclusão a que se chega é que a administração municipal que assumiu em 2013, em nada contribuiu para o crescimento humano e social da sociedade taboanense. Tem apenas gerido o cotidiano, mas sem um projeto claro que defina prioridades em mais qualidade no serviço público, com isso valorizando seus recursos humanos, ofertando mais Qualidade de Vida, Saúde, Educação, Assistência, Segurança Social e Desenvolvimento Econômico. Por tudo que foi relatado, não vislumbro no horizonte os propagados “Dias Melhores”, em suma, Não Virão!.

CONFECÇÃO DE MÁSCARAS POR BOLSISTAS DO PROGRAMA DE APOIO PROFISSIONAL (PAP)

Secretaria de Desenvolvimento Econômico retomou confecção de máscaras e produção é feita por bolsistas do Programa de Apoio ao Profissional ...